A Apple sempre vendeu seus dispositivos como extensões do corpo mas agora o iPhone 17 radicaliza essa ambição. Com sensores mais precisos e Apple Intelligence ele promete mapear sinais vitais como um exame portátil.

Ao lado do Apple Watch ele monta um ecossistema de saúde em tempo real com alertas e prevenção constante. O discurso é de autonomia e tecnologia a favor da longevidade mas surge uma pergunta incômoda:

Até onde podemos confiar numa empresa de tecnologia para decidir o que é melhor para o nosso corpo? Será que um smartphone pode mesmo substituir o seu médico?Ou estamos apenas entregando nosso corpo a um novo tipo de vigilância digital?



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About Author

Formado em Educação Física pela Universidade Estácio de Sá em 2011, Bruno construiu sua carreira unindo atendimento individual de alta performance, produção de conteúdo educativo e, mais recentemente, atuação corporativa através da OSP Saúde Corporativa. Ao longo da carreira, desenvolveu a Metodologia OSP de prescrição e acompanhamento, hoje aplicada tanto em atendimentos individuais (presenciais e online) quanto em programas corporativos de saúde no ambiente de trabalho. Em reconhecimento à sua contribuição para o esporte no Rio de Janeiro, recebeu em 2023 o Título de Mérito Esportivo Mestre Hélio Gracie, concedido pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro.

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